Espetáculo Anual 28 de Outubro 2017

em Domingo, 22 Outubro 2017. Postado em Página Inicial

Espetáculo Anual 2017

Nosso ESPETÁCULO

Dia: 28 de OUtubro de 2017
Horário: 19h30 (pontualmente)
Local: Teatro Marista Londrina

"O Caminho..."

Refere-se a atualidade o que estamos sentindo e vivênciando sobre o Oriente Médio e Países vizinhos.

É uma relação entre a falta de amor, compaixão e olhar aos refugiados Sírios e ao povo dessa terra do Oriente Médio... Como a falta de conhecimento da cultura, da Filosofia de vida e provérbios Arábes, Egípcio e até Áfricano podem nos ensinar algo para nossa vida e nos transformar em alguém melhor.  

Há um mundo lá fora, muito mais cheio de coisas boas para se aprender, do que perder a vida em guerras...

Convites a venda:

Antecipado: R$30,00 (meia-entrada)

No dia: R$60,00 (inteira)

Na Escola Gesto’s Ballet- Shopping Com-Tour

Tel: 3336-0776 ou wstpp: 99930-6951


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Clique continuar lendo aqui ↓ embaixo, para ver as Histórias (personagens) e Fotos das alunas.


 

 

 

Ser Luz, para o seu próximo, independente de quem

 

Coreografias:

 

Ginástica Rítmica Professora e ex-atleta da Seleção Brasileira

 

Beatriz Pomini Francisco

 

Ginástica Rítmica 1° ano

 

Amanda Beatriz Alves Soares 
Emanuelle Ivaza Costa
Lissa Coelho de Lima 
Mariane de Miranda 
Nogueira Nathalia Pessoa da Silva

 

Mostra da primeira apresentação da turma de Ginástica Rítmica da Escola.

 


Ocaminhogr

 

Formatura
Formandas 10 anos de Ballet

 

Alessandra Fabriz Sodré Pascoal 
Juliana Neves Santos
Julia Helena Neves Santos
Martha De Domenico Oehlmeyer Portilho

 

Mais de um louvor
Fizemos sem ninguém ouvir
Esperançosa é a canção
Que está no coração
Não temos mais temor
Embora possam nos ferir
Movemos montanhas
Com o poder da oração
Milagres são reais
Quando se crê
Deve haver fé, não desistir
Milagres é só crer
Você vai ver
Se você crer, vai conseguir
Mas só se você crer
Em tempos de dor
Quando orar costumar ser em vão
A esperança é como as aves
Que migram no verão
Mas eu estou aqui
Eu estou aqui
Sentindo forte o coração
Busco a fé e digo sempre
O que jamais pensei dizer
Milagres são reais
Quando se crê
(Quando se crê)
Deve haver fé, não desistir
(Desistir)
Milagres é só crer
Você vai ver
(Você vai ver)
Se você crer, vai conseguir
(Conseguir)
Mas só se você crer
(Mas só se você crer)
Ashira l'adonai ki ga'oh ga'ah
(Cantarei ao Senhor porque Ele triunfou gloriosamente)
Ashira l'adonai ki ga'oh ga'ah
(Cantarei ao Senhor porque Ele triunfou gloriosamente)
Michamocha, ba-elim adonai
(Quem é como Vós entre os deuses, oh Senhor?)
Michamocha nedar-bakodesh
(Quem é como Vós, glorioso em divindade?)
Nachitah v'chasd'cha, am zu ga'alta
(Em Vossa misericórdia, Vós nos guiais, Vós nos salvais)
Nachitah v'chasd'cha, am zu ga'alta
(Em Vossa misericórdia, Vós nos guiais, Vós nos salvais)
Ashira, Ashira, Ashira...
(Cantarei, cantarei, cantarei...)
Ashira l'adonai ki ga'oh ga'ah
(Cantarei ao Senhor porque Ele triunfou gloriosamente)
Ashira l'adonai ki ga'oh ga'ah
(Cantarei ao Senhor porque Ele triunfou gloriosamente)
Michamocha, ba-elim adonai
(Quem é como Vós entre os deuses, oh Senhor?)
Michamocha nedar-bakodesh
(Quem é como Vós, glorioso em divindade?)
Nachitah v'chasd'cha, am zu ga'alta
(Em Vossa misericórdia, Vós nos guiais, Vós nos salvais)
Nachitah v'chasd'cha, am zu ga'alta
(Em Vossa misericórdia, Vós nos guiais, Vós nos salvais)
Ashira, Ashira, Ashira...
(Cantarei, cantarei, cantarei...)
Milagres são reais quando se crê,
deve haver fé, não desistir (não desistir).
Milagres é só crer, você vai ver (você vai ver).
Se você crer, vai conseguir, conseguir...
mas só se você crer...(se você)...
Mas só se você crer.

 

Ocaminhoformandas

 


Ballet de Repertório - Figurantes.
Corsário

 

Amanda Moura
Beatriz Hutter Pegoraro de Godoi 
Claudio Sergio Pavanelli
Eloiza Cristiane Torres 
Emanuelle Ivaza Costa
Nataly Alves de Oliveira 
Rafaela Hiromi Macedo 
Suelen Priscila Ferreira Alves 
Victoria Freitas Favero

 

A História:
O ballet é contado em 3 atos, com prólogo e epílogo, e começa em alto mar, onde o navio de Conrado, líder dos corsários, enfrenta uma tempestade. Apesar dos esforços de sua tripulação, o navio acaba encalhando na costa de uma ilha grega. Conrado e seus homens, Birbanto e o escravo Ali, são encontrados na praia por um grupo de jovens, lideradas por Medora e sua melhor amiga Gulnara. Eles contam sobre suas aventuras e como foram parar naquele lugar, e durante o relato, Medora e Conrado imediatamente se apaixonam. Elas são surpreendidas por Lankedem, um mercador de escravos que as captura e as leva para serem vendidas por altos preços. Os corsários ficam a espreita e seguem seus passos para tentar resgatá-las.
Enquanto isso no mercado de escravos, um rico Paxá de nome Seid está a procura de belas mulheres para seu harém. Lankedem lhe mostra todas as mulheres que capturou em suas viagens, mas nenhuma lhe interessa, até o momento em que Gulnara é apresentada. Lankedem e Gulnara dançam o famoso número conhecido como "A Escrava e o Mercador", muito encenado em apresentações de gala.
O Paxá fica encantado com Gulnara e oferece a Lankedem uma alta quantia por ela. Mas o grande trunfo do mercador havia sido guardado para o final: a bela Medora. Imediatamente o Paxá faz a sua oferta, mas logo em seguida um viajante desconhecido oferece uma soma mais alta e consegue ganhar a disputa pela jovem. O desconhecido se revela ser Conrado, e juntamente com seus homens causam um grande alvoroço!  Eles predem Lankedem e o levam para seu navio, juntamente com Medora e suas amigas.
No segundo ato, Conrado e seus homens levam Medora, suas amigas e o prisioneiro para sua caverna de tesouros. No auge das celebrações, Conrado e Medora declaram seu amor e Ali jura fidelidade ao casal. Juntos, os três dançam o Le Corsaire Pas de Deux, outro número muito apresentado em galas, porém de forma reduzida: a segunda variação masculina não chega a ser utilizada.
Uma das jovens pede à Medora interceder para que todas sejam libertas. Conrado cumpre a sua promessa,  causando revolta em Birbanto, que firma um acordo com Lankedem. Em troca de sua liberdade, ele lhe ensinaria a preparar uma poção, que quando espirrada em flores faz adormecer aquele que a cheirar.
Conrado e Medora entram em cena e ficam felizes com a chance de poderem finalmente estar a sós. Esta presenteia seu amado com um buquê de flores, dado a ela por Lankedem. Ao sentir o perfume, Conrado adormece, e Medora é novamente capturada por Lankedem e Birbanto. Ali aparece e desperta Conrado, para que juntos eles possam resgatar Medora.
 
O terceiro ato se passa no harém do Paxá Seid, nos confins da Turquia. O poderoso Paxá está festejando com Gulnara quando Lankedem aparece e trás consigo três odaliscas para entretê-los.
Em seguida, o mercador traz o grande prêmio: Medora! Apesar de estar triste, ela se anima ao rever sua melhor amiga Gulnara. Elas, juntamente com as mulheres do harém, vão a um jardim repleto de flores e magnificas fontes, para celebrar a harmonia, beleza e a graça. Essa cena é conhecida como "O Jardim Animado"
O Paxá é alertado sobre a chegada de misteriosos peregrinos, o que coincide com a oração da tarde, conduzida pelo seu líder que na realidade é Conrado disfarçado. Sua identidade e a de seus homens é revelada e eles enfim conseguem resgatar Medora e Gulnara. 
O ballet termina com a partida de Medora, Gulnara, Ali e Conrado, que vão em busca de novas aventuras.
 
 

 

Neo Classico Professores

 

Aline Roberta Hernandes 
Jessica Aimê Portelinha 
Izabela Santos
Marcela Cintra Santos 
Paola Cristina Pestana
Tatiana Pimenta Delaroza

 

Em um povoado muito pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita, mas sua mãe parecia não ter muito cuidado e a criança quase sempre andava suja. Além disso, suas roupas eram velhas e maltratadas. A garotinha estudava na primeira série da escola local e certo dia, seu professor ficou sensibilizado com a sua situação. Ele pensou:

 

_ Como é que uma criança tão bonita quanto essa pode vir tão desarrumada para a escola?

 

No final daquele mês, assim que recebeu o seu salário, o professor tomou uma decisão: foi até uma loja, comprou um vestido azul e deu de presente à menina. E ela ficou ainda mais linda naquele vestido! Ao ver a filha vestida daquele jeito, a mãe percebeu o quanto era ruim mandar a garota para a escola tão suja e despenteada. Assim, passou a dar banho nela todos os dias, pentear seus cabelos, cortar as unhas, escovar os dentes... Naquele mesmo final de semana, o pai da menina disse à esposa:

 

_ Querida, você não acha vergonhoso que a nossa filhinha, sendo tão bela e arrumada, more em uma casa como esta, toda suja e caindo aos pedaços? Vamos combinar uma coisa: você cuida da faxina e eu, nas horas vagas, vou pintar as paredes, arrumar a cerca e dar um jeito no jardim.

 

Passado algumas semanas, a casa da família da garotinha do roupa azul se destacava na vila! As flores que enchiam o jardim e a limpeza do quintal eram uma atração para todos que passavam ali. Diante disso, os vizinhos da menina ficaram constrangidos por morar em casas mal acabadas e feias e decidiram também pintar as fachadas, plantar árvores e flores...

 

Em pouco tempo, toda a vila estava transformada; nem parecia a mesma de meses atrás. Então, um senhor muito influente na região percebeu a dedicação daquela comunidade e achou que ela merecia um auxílio das autoridades locais. Foi até o prefeito e contou a ele tudo o que estava acontecendo. O senhor saiu da prefeitura com uma autorização para formar uma comissão para avaliar quais eram as melhorias que aquela vila precisava. No final do mesmo ano, o chão de terra foi substituído por asfalto, o esgoto a céu aberto foi canalizado, as ruas receberam iluminação pública e até uma bela praça foi construída em frente à igreja.

 

Vendo aquela vila tão bem cuidada e tão bela, quem poderia pensar que tudo aquilo começou com um roupa azul? O professor tinha apenas a intenção de ajudar a garotinha, mas acabou fazendo um bem muito maior: transformou a vida de uma população inteira!

 

Quando nós fazemos o bem às pessoas, muitas vezes não percebemos a mudança que causamos. Você já ouviu falar da teoria "Efeito Borboleta"? No ano de 1963, um cientista chamado Edward L. analisou uma teoria que ficou conhecida como "Efeito Borboleta". Segundo ela, o bater das asas de uma simples borboleta poderia mudar o curso natural das coisas e talvez, até provocar um furacão do outro lado do mundo! Já imaginou isso? Por isso reflita: se até o movimento das asas de um inseto tão pequeno, pode, teoricamente, causar tamanhas consequências, será que conseguimos medir o que uma simples atitude nossa, pode influenciar na vida de uma pessoa?

 

Talvez uma oração, uma palavra amiga, um telefonema, um sorriso, um aperto de mãos, uma lágrima nos olhos etc. Não importa o gesto. Devemos sempre acreditar que pequenas atitudes podem causar grandes transformações! A cada dia Deus nos dá novas chances de fazermos o bem para os outros. A Bíblia diz que "somos cooperadores de Deus" (1 Co 3:9). Ou seja, Ele quer nos usar para realizar Sua obra aqui na Terra. Deus não fará nada que esteja ao nosso alcance, mas Ele nos capacitará para fazermos a diferença neste mundo tão carente de amor!

 

Ocaminhoprofessores2

 

Ballet Infantil 1° e 2º ano O Pavão

 

Ana Clara Alves Diniz Beatriz Batista Thomaz 
Caroline Velanie
Isadora Wolf Schafranski
Lara Ricci de Oliveira e Oliveira Ribeiro 
Larissa Cavalari Vechiatto
Maria Eduarda Pereira Menato 
Mariana Cequeira Mayo
Nicole Akemi Martini
Sarah Cristina Cordoba de Lima
Sofia de Sousa Yoshi de Freitas Yasmin de Sousa

 

Pavão

 

 O pavão olha para o rabo para não ver os pés que tem
Antes de ler este capítulo, pense rapidamente em alguns defeitos seus.
Foi difícil, não?
Faça um outro exercício: quando estiver com um grupo de amigos, observe quantas vezes cada um deles utiliza a frase “eu sou”, geralmente exaltando as suas qualidades.
Por que será que isso acontece?
Provavelmente, porque preferimos acreditar que somos perfeitos, a termos que lutar contra nossas próprias imperfeições.
Nós vivemos na superficialidade porque temos medo de dar um mergulho profundo no nosso ser; porque temos medo de nos encontrarmos com nós mesmos e descobrirmos quem somos de verdade, sem máscaras e ilusões, pois assim nos defrontaremos com nossas imperfeições. E como somos comodistas por excelência, preferimos, repito, acreditar que somos perfeitos a termos que lutar contra nossas próprias imperfeições.
Mas, se não fizermos como “o pavão que olha para o rabo para não ver os pés que tem”; se não utilizarmos os nossos pontos positivos para encobrir os negativos, talvez nos encontremos. E só então poderemos nos “orgulhar” das nossas virtudes, nos conformar com nossos limites e, principalmente, lutar para superar nossos defeitos – para vencer a nós mesmos. Esta é a “Grande Luta”, que para ser vencida é preciso que antes tenhamos coragem de tirar a venda dos olhos, pois “o pior cego é aquele que não quer ver”.
Quando as mudanças começam a ocorrer em nossas vidas; quando inicia nossa transformação de sapos em príncipes; quando um grau maior de evolução é vislumbrado pelo nosso ser, corremos o risco de ficarmos encantados com os valores que já conseguimos adquirir e, então, deixarmos de lado os que ainda faltam para que o crescimento interior seja acelerado.
É como encantar-se com uma árvore da floresta e deixar de explorar a beleza das outras.
Não se deve, no entanto, exagerar na dose oposta: passar a olhar os pés, esquecendo-se do rabo, isto é, passar a observar só os defeitos, ignorando as virtudes já incorporadas. O que seria uma atitude de falsa modéstia, de autopunição, que só serve para fazer com que nos sintamos incapazes de sermos vencedores.
Ser verdadeiro é olhar com clareza e coragem, tanto para o que se tem de belo, como para o que se tem de feio.
As nossas poucas virtudes de hoje servem para dar-nos forças e confiança; segurança de que no amanhã seremos só virtude.

 

Afinal, nós somos deuses.

 

Ocaminhopavao

 

Baby Class
Árvore que Dá Fruto

 

Alice Kussano Rezende
Ana Laura Tsukuda Lenardão 
Elena Kussano Rezende 
Gabrielly Emanueli Felix Cesario 
Giulia Helena Reina Gonçalves 
Helena Oehlmeyer Portilho
Lara Justino de Castro
Maria Eduarda Bigete Balau 
Nicole da Silva Alves

 

Arvore que dá frutos

 

Todos os dias um grupo de anjos deixa o céu e sai pelo mundo com o objetivo de ajudar os filhos de Deus. Certo dia, logo nas primeiras horas da manhã, um desses anjos, ao passear pela terra, escutou um choro angustiado vindo de um campo. Então ele resolveu descer, acreditando se tratar de algum ser humano em apuros. No entanto, ele se surpreendeu ao ver que quem chorava, na verdade, era uma árvore. Preocupado, o anjo perguntou a ela:
_ Por que você está chorando desse jeito, dona árvore?
Ao que a árvore respondeu:
_ Estou chorando porque, junto com esse dia que começa agora, começa também o meu sofrimento.
O anjo continuou com o interrogatório:
_ Sofrimento? E o que te fazer sofrer? É o calor do sol que te incomoda?
_ Não, anjo. O sol me faz muito bem. Respondeu a árvore.
_ Então o que é? Insistiu o anjo, tentando entender aquele sofrimento.
A árvore, então, abriu o seu coração e foi sincera:
_ O que tem me causado tanta dor são as pessoas, desde as crianças até as mais velhas. Elas atiram pedras em mim o tempo todo. Confesso que não consigo entender o porquê de tanta agressividade, já que eu faço tudo que posso para agradá-las.
E continuou lamentando:
_ Só Deus sabe o tamanho do esforço que faço para produzir frutos deliciosos para essa gente, mas, ainda assim, sou apedrejada. Elas não gostam de mim, então não tem porque eu viver. Quem dera um raio caísse em cima de mim e acabasse de vez com toda essa dor!
O anjo do Senhor, então, sorriu aliviado. Em seguida, disse à árvore:
_ Ah... Então é isso!? Você está enganada em relação ao sentimento das pessoas por você. A verdade é que elas gostam muito de você e dos seus frutos, por isso atiram as pedras: para pegar os seus frutos!
_ Será, anjo? Perguntou a árvore bastante surpresa.
_ É claro que sim, minha amiga. Você tem abençoado a vida delas. Existe uma frase muito antiga criada pelos homens que fala exatamente sobre o que você está vivendo. Sabe como é?
_ Não, não sei.
_ Eles dizem: "Ninguém joga pedra em árvore que não dá fruto". Então, se alegre minha amiga, porque se você está sendo apedrejada, é porque você está produzindo algo muito bom!

 

Ocaminhoaarvore

 

Ballet Adulto 1º e 2° ano
O Anel

 

Cristiane Colli Enzo
Diana Aparecida da Silva Piveta 
Giseli Celina Manchini
Letícia Barcala Gonçalves da Silva 
Luana Maria Barbana Gusmão de Moraes 
Lucinéia Lopes dos Santos
Maria Gliceli Hernandes Quaglia
Patricia Funabashi Jorge
Vanessa Cristina Vargas

 

O Anel.

 

Quanto você vale?- Venho aqui, professor, porque me sinto triste, não tenho forças para fazer nada. Dizem-me que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou um idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais? O professor, sem olhá-lo, disse: 
– Sinto muito meu jovem, mas não te posso ajudar, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois. E fazendo uma pausa, falou: – Se me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez te possa ajudar. Claro, professor, gaguejou o jovem, que se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor. O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao garoto e disse: – Vá até ao mercado, tenho que vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceites menos que uma moeda de ouro. Vá e volta com a moeda o mais rápido possível.

 

O jovem pegou no anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até ao momento em que o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.
Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação e o seu professor e assim podendo receber ajuda e conselhos. Entrou em casa e disse:

 

– Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.
- Importante o que disse, meu jovem, contestou sorridente o mestre. – Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com o meu anel.
O jovem foi até o joalheiro e deu-lhe o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:
 – Diga ao seu professor, se ele quiser vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.
O jovem, surpreso, exclamou: 
– 58 MOEDAS DE OURO!
- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente…
O jovem correu emocionado para a casa do professor para contar o que ocorreu.
- Sente-se, disse o professor, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:
– Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um especialista. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor? E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.
– Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos pelos mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.

 

Ocaminhooane

 

Ballet Juvenil 4° a 6º ano 
Colheres do Cabo Comprido

 

Anna Luiza Guerra Vicente 
Beatriz Hutter Pegoraro de Godoi 
Beatriz Tognon Tomezak
Brenda de Almeida Silva 
Emanuelle Ivaza Costa
Lissa Coelho de Lima
Maria Eduarda Beijinho Secco 
Nataly Alves de Oliveira 
Nathalia Pessoa Silva 
Yasmim Munaretto Rodrigues

 

PARÁBOLA DAS COLHERES DE CABO COMPRIDO

 

Conta uma lenda que Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno.
Foram primeiro ao inferno. Ao abrirem uma porta, o homem viu uma sala em cujo o centro havia um Caldeirão de uma substanciosa sopa e à sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.
Cada uma delas segurava uma colher, porém de cabo muito comprido, que lhes possibilitava alcançar o caldeirão, mais não permitia que colocassem a sopa na própria boca.
O sofrimento era grande.
Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o céu.
Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta e as colheres de cabo comprido.
A diferença é que todos estavam saciados. Não havia fome, nem sofrimento.
"Eu não compreendo!", disse o homem a Deus, "porque aqui as pessoas estão felizes enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?"
Deus sorriu e respondeu: "você não percebeu? É porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros."
Moral: Temos três situações que merecem profunda reflexão.

 

            O EGOÍSMO

 

            A CRIATIVIDADE

 

            O TRABALHO EM EQUIPE

 

Conclusão:
- Dificilmente o individualismo consegue transpor barreiras.
- O espírito de equipe é essencial para alcançar do sucesso.
- Uma equipe ou família participativa, homogênea, coesa, vale mais que um batalhão de pessoas com posicionamentos isolados.
- Isso vale para qualquer área de sua vida, especialmente a profissional.
E lembre-se: A alegria faz bem a saúde; estar sempre triste é morrer aos poucos

 

Ocaminhocolheresdocabocomprido

 

Ballet de Repertório
Lá Bayadere

 

Brenda de Almeida Silva 
Nathalia Pessoa da Silva 
Rafaela Hiromi Macedo
La bayadère é um balé em três atos e cinco cenas, com música de Ludwig Minkus1 , coreografias de Marius Petipa1 e libreto de Marius Petita e Sergei Khudenov1 , teve estréia mundial em 1877, no Teatro Mariinsky de São Petersburgo.
 
O ballet narra a história de Nikiya, uma dançarina do templo (Devadasi; a palavra francesa Bayadère deriva do português baladeira2 ) e de Solor, um jovem guerreiro.
Os jovens apaixonados planejam fugir juntos e juram fidelidade diante do fogo sagrado. No entanto Solor esquece de seu juramento quando Rajá, satisfeito com o presente que recebeu de Solor lhe ofecere a mão de sua filha Gamzatti em casamento.
Ao saber do casamento, Nikiya vai ao encontro de a Gamzatti e revela o seu amor por Solore implorando-lhe que o deixe para ela. Gamzatti tenta comprar Nikya com jóias e presentes. Nikiya recusa e num ato de desespero ameaça Gamzatti com um punhal, chocada com seu próprio gesto foge apavorada.
Na celebração do noivado de Solor e Gamzatti, o Rajá ordena que Nikya dance com as demais bailadeiras. Durante a dança ela recebe uma cesta de flores na qual havia um serpente venenosa escondida. Nikiya é mordida e agoniza. O Sacerdote Brâmane se prontifica a salvá-la caso ela aceite pertence-lhe. Após ver Solor com Gamzatti, a jovem recusa, e morre.
Àpos a morte da sua amanda Solor encontra-se tomado de pesar e remorso. Magdaveya, querendo distraí-lo daquelas sombrias disposições, lhe oferece ópio para fumar. Solor adormece e sonha que, em companhia de Nikya, a seus olhos apresentam-se os espectros da bailadeiras.
Solor é levado a se casar com Gamzatti, quebrando seu juramento a Nikya. A profecia da Bailadeira realiza-se, acontece uma terrível trovoada e o templo cai em ruínas. Dos escombros aprece Nikya, que vem buscar Solor para viverem seu amor na eternidade.
 

 

Ballet de Repertório
Lá Bayadere

Brenda de Almeida Silva 
Nathalia Pessoa da Silva Rafaela Hiromi Macedo

La bayadère é um balé em três atos e cinco cenas, com música de Ludwig Minkus1 , coreografias de Marius Petipa1 e libreto de Marius Petita e Sergei Khudenov1 , teve estréia mundial em 1877, no Teatro Mariinsky de São Petersburgo.

 

O ballet narra a história de Nikiya, uma dançarina do templo (Devadasi; a palavra francesa Bayadère deriva do português baladeira2 ) e de Solor, um jovem guerreiro.

Os jovens apaixonados planejam fugir juntos e juram fidelidade diante do fogo sagrado. No entanto Solor esquece de seu juramento quando Rajá, satisfeito com o presente que recebeu de Solor lhe ofecere a mão de sua filha Gamzatti em casamento.

Ao saber do casamento, Nikiya vai ao encontro de a Gamzatti e revela o seu amor por Solore implorando-lhe que o deixe para ela. Gamzatti tenta comprar Nikya com jóias e presentes. Nikiya recusa e num ato de desespero ameaça Gamzatti com um punhal, chocada com seu próprio gesto foge apavorada.

Na celebração do noivado de Solor e Gamzatti, o Rajá ordena que Nikya dance com as demais bailadeiras. Durante a dança ela recebe uma cesta de flores na qual havia um serpente venenosa escondida. Nikiya é mordida e agoniza. O Sacerdote Brâmane se prontifica a salvá-la caso ela aceite pertence-lhe. Após ver Solor com Gamzatti, a jovem recusa, e morre.

Àpos a morte da sua amanda Solor encontra-se tomado de pesar e remorso. Magdaveya, querendo distraí-lo daquelas sombrias disposições, lhe oferece ópio para fumar. Solor adormece e sonha que, em companhia de Nikya, a seus olhos apresentam-se os espectros da bailadeiras.

Solor é levado a se casar com Gamzatti, quebrando seu juramento a Nikya. A profecia da Bailadeira realiza-se, acontece uma terrível trovoada e o templo cai em ruínas. Dos escombros aprece Nikya, que vem buscar Solor para viverem seu amor na eternidade.

 

 

Ballet 5° a 8° ano
Parábola do Medo

Amanda Moura
Ana Beatriz Fernandes Camacho
Ana Karina Fernandes Pontedura Teixeira 
Ana Luiza Américo
Andrea Coelho de Lima
Bianca Natsumi Mori
Eloiza Cristiane Torres
Julia helena Neves Santos
Juliana Neves Santos
Martha De Domenico Oehlmeyer Portilho 

 

Parábola do medo

Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto. Sempre que fazia prisioneiros, não os matava: Levava-os para uma sala onde havia um grupo de arqueiros de um lado e uma enorme porta de ferro do outro, sobre a qual via-se gravadas figuras de caveiras cobertas por sangue. Nesta sala ele os fazia enfileirar-se em círculo e dizia-lhes então: "Vocês podem escolher entre morrerem flechados ou passarem por aquela porta e por mim serem lá trancados." Todos escolhiam serem mortos pelos arqueiros. Ao terminar a guerra, um soldado que por muito tempo servira ao rei, dirigiu-se ao soberano: "Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?" "Diga soldado" "O que havia por detrás da assustadora porta?" "Vá e veja você mesmo!" O soldado, então, abre vagarosamente a porta e, a medida que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente... E finalmente, ele descobre, surpreso, que... a porta se abria sobre um caminho que conduzia a LIBERDADE!!! O soldado, admirado, apenas olha seu rei que diz: "Eu dava a eles a escolha, mas preferiram morrer a arriscar-se a abrir esta porta. "Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar-nos? Quantas vezes perdemos a liberdade e morremos por dentro, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?

 

 

Ballet Infantil 2° a 4° ano 
Parábola das Codornas

Ana Clara Amorin
Beatriz Pontedura Teixeira 
Eduardo Moretão Vieira Sipriano 
Eloah Saturnino Brizolla
Isabel Pontedura Teixeira 
Izabelle Bezerra de Quadros 
Kamilly Victoria da Silva De Deus 
Letizia Maria Sparano
Livia Mell Paiva dos Santos 
Mariana Cerqueira Mayo 
Mariana de Angelo Soares 
Rafaela Oehlmeyer Portilho 
Sarah de Almeida Ferrari
Sarah Cristina de Souza Vargas

Parábola das Codornas

Há tempos um bando de mais de mil codornas habitava uma floresta da Índia. Seriam felizes, mas temiam enormemente seu inimigo, o apanhador de codornas. Ele imitava seu chamado e, quando se reuniam para atendê-lo, jogava sobre elas uma enorme rede e as levava numa cesta para vender.
Mas uma das codornas era muito sábia e disse:
– Irmãs! Elaborei um plano muito bom. No futuro, assim que o caçador jogar a rede, cada uma de nós enfiará a cabeça por dentro de uma malha e todas alçaremos voo juntas, levando-a conosco. Depois de tomarmos uma boa distância, deixaremos cair a rede sobre um espinheiro e fugiremos.

Todas concordaram com o plano. No dia seguinte, quando o caçador jogou a rede, todas juntas a içaram conforme a sábia codorna havia instruído, jogaram-na sobre um espinheiro e fugiram. Enquanto o caçador tentava retirar a rede de cima do espinheiro, escureceu e ele teve que voltar para casa.
Isso aconteceu durante vários dias, até que afinal a mulher do caçador se aborreceu e indagou:
– Por que você nunca mais conseguiu pegar nenhuma codorna?

O caçador respondeu:
– O problema é que todas as aves estão trabalhando juntas, ajudando-se entre si. Se ao menos elas começassem a discutir, eu teria tempo de pegá-las.
Dias depois, uma das codornas acidentalmente esbarrou na cabeça de uma das irmãs quando pousaram para ciscar o chão.
– Quem esbarrou na minha cabeça? – perguntou raivosamente a codorna ferida.
– Não se aborreça. Não tive a intenção de esbarrar em você – disse a primeira.

Mas a irmã codorna continuou a discutir.
– Eu sustentei todo o peso da rede! Você não ajudou nem um pouquinho! – gritou a outra.
A primeira então se aborreceu e em pouco tempo estavam todas envolvidas na disputa. Foi quando o caçador percebeu sua chance. Imitou o chamado das codornas e jogou a rede sobre as que se aproximaram. Elas ainda estavam contando vantagem e discutindo, e não se ajudaram a içar a rede.
Portanto, o caçador a ergueu sozinho e enfiou as codornas dentro da cesta. Mas a sábia codorna reuniu as amigas e juntas voaram para bem longe, pois ela sabia que discussões dão origem a infortúnios.

 

 

 

Ballet Adulto 5° a 10° ano
Pote Rachado

Alessandra Fabriz Sodré Pascoal 
Claudio Sergio Pavanelli
Isabelly Kristine Duarte Araújo 
Nathani Barbosa Ribeiro 
Pollyanna Rodrigues Boberg 
Priscyla Rachel dos Santos Garcia 
Rafaela Hiromi Macedo
Suelen Priscila Ferreira Alves 
Victoria Freitas Favero

O pote rachado - Defeito ou qualidade?

Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço. Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe. O pote rachado chegava apenas pela metade.
Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe. Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações.  Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que havia sido designado a fazer. 
Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia, à beira do poço: 
- Estou envergonhado, quero pedir-lhe desculpas.
- Por quê? perguntou o homem. - De que você está envergonhado?
- Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o pote.
O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:
- Quando retornarmos para a casa do meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho. 
De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu ânimo. Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha. Disse o homem ao pote:
- Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado do caminho??? Notou ainda que a cada dia, enquanto voltávamos do poço, você as regava??? Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa.

 

 

 

Pré Ballet Infantil
Cesto de Doces

Bianca Maria Quaglia
Giulia Teixeira Rebello
Isabelly Liner Sanches Gonçalves 
Isadora Lessa Ferreira
Lavinia Costa Deliberador
Louise Chofard Morimoto
Manuela Murakami Cassiano Carlos Silva 
Maria Luiza Bartelli Vicentini
Olivia Funabashi Jorge Rincão 

Ela contou que um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo e, quando terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa. Sobrava muito tempo, mas ele não queria catequizar os membros da tribo; então, propôs uma brincadeira para as crianças, que achou ser inofensiva.

Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse "já!", elas deveriam sair correndo até o cesto, e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro. 

As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse "já!", instantaneamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e a comerem felizes. 

O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces. 

Elas simplesmente responderam: "Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?"

Ele ficou desconcertado! Meses e meses trabalhando nisso, estudando a tribo, e ainda não havia compreendido, de verdade, a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?

Ubuntu significa: "Sou quem sou, porque somos todos nós!"

 

 

 Convidada especial

Professora de Dança do Ventre

Thyara Fortunato

Jazz e Hip Hop
Armadilha dos Macacos

Amanda Moura
Bianca Natsumi Mori
Claudio Sergio Pavanelli
Isabelly Kristine Duarte Araújo Leticia Baracala Gonçalves da Silva Nathalia Pessoa da Silva
Pedro Henrique Vargas
Suelen Priscila Ferreira Alves Victoria Freitas Favero

Algumas tribos africanas utilizam um método engenhoso para capturar macacos. Como os macacos são muito espertos e vivem aos saltos nos ramos mais altos das árvores, os nativos desenvolveram o seguinte sistema: num vaso com gargalo estreito, colocam uma banana. Em seguida amarram-no no troco de uma árvore frequentada por macacos e ficam à espera. 
Os macacos curiosos descem e olham para dentro do vaso e vêm a banana. Enfiam a mão, agarram na fruta e não conseguem tirá-la, porque o gargalo é muito estreito.
Nesse momento surge um dilema: ou largam a banana e vão livremente embora, ou caso contrário, ficam presos na armadilha.
Passado algum tempo, os que permanecem agarrados à banana são capturados pelos nativos, para serem comidos.
Parece muito ridículo o macaco permanecer agarrado à banana, mas uma vez que ele a tem na mão, parece ser insano para ele largá-la.
Há pessoas infelizes por causa de decisões antigas e que adiam percorrer novos caminhos que lhes poderia trazer a alegria de volta.
A vida é demasiado preciosa para ser trocada por uma banana, que apesar de estar na sua mão, o pode levar à panela.

 

 

Ballet Adulto e Infantil
Mães e Filhas

Ana Karina, Beatriz e Isabel Pontedura Teixeira
Andrea e Lissa Coelho de Lima
Maria Glicely e Bianca Maria Quaglia
Martha, Rafaela e Helena Oehlmeyer Portilho
Paty e Olívia Funabashi Jorge Rincão
Priscyla e Luisa dos Santos Garcia
Vanessa, Pedro e Sarah Cristina Vargas

o único

Eu tenho a esperança de que um dia você se juntará a nós
E o mundo será como um só
Imagine não existir possesMe pergunto se você consegue
Sem necessidade de gancia ou fome
Uma irmandade de humana
Imagine todas as pessoas compartilhando todo o mundo
Você pode dizer que eu sou um sonhador, mas eu não sou o único

Eu tenho a esperança de que um dia você se juntará a nós
E o mundo será como um só.

Imagine

Imagine que não há paraíso é fácil se você tentar
Nenhum inferno abaixo de nós, acima de nós apenas o céu
Imagine todas as pessoas vivendo para o hoje
Imagine não existir países

Não é difícil de fazê-lo
Nada pelo que lutar ou morrer e nenhuma religião também
Imagine todas as pessoas vivendo a vida em paz
Você pode dizer que eu sou um sonhador

Mas eu não sou o único
Eu tenho a esperança de que um dia você se juntará a nós
E o mundo será como um só
Imagine não existir possesMe pergunto se você consegue
Sem necessidade de gancia ou fome
Uma irmandade de humana
Imagine todas as pessoas compartilhando todo o mundo
Você pode dizer que eu sou um sonhador, mas eu não sou o único

Eu tenho a esperança de que um dia você se juntará a nós
E o mundo será como um só.

 

 

O Caminho 

Encerramento com todos Alunos 

Bom Espetáculo a todos.

 

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